Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

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EFEITO DO ACETATO DE CHUMBO SOBRE O ESTRESSE OXIDATIVO CEREBRAL EM RATOS SUBMETIDOS A UM TREINAMENTO FÍSICO EM PISCINA

Projeto de pesquisa

Período
2015–2016
Resumo
Nos últimos anos a presença de metais pesados no ambiente oriundos de atividades de mineração, queima de combustíveis fósseis e de indústrias tem chamado a atenção. O acetato de chumbo não tem nenhuma função fisiológica no organismo humano, e é um dos contaminantes ambientais mais comuns, em decorrência da sua persistência no ambiente. A exposição ao acetato de chumbo, principalmente quando crônica tem provocado sérios problemas de saúde publica mundialmente. O efeito nocivo do acetato de chumbo pode afetar todos os órgãos e sistemas do organismo, seja por inalação ou ingestão levando a um estresse oxidativo cerebral. Neste contexto, o exercício crônico de intensidade moderada pode alterar positivamente o estado redox de células e tecidos por diminuir os níveis basais de danos oxidativos e aumentar a resistência ao estresse oxidativo. Sendo assim, as adaptações na capacidade antioxidante gerada pelo exercício protegeriam as células contra os efeitos deletérios do estresse oxidativo, prevenindo contra danos celulares subsequentes.Neste panorama, haja vista o impacto positivo do exercício físico sobre o estado redox cerebral, os animais submetidos a um protocolo crônico de natação e expostos à intoxicação por acetato de chumbo poderiam apresentar um aumento da capacidade antioxidante cerebral, bem como menor dano oxidativo aos tecidos cerebrais.

Coordenador